Dicas
 
A Cor da Pele
 

A coloração da pele é um fator de grande relevância na busca de uma aparência saudável e resulta da combinação de vários fatores que vão desde a condição do estrato córneo (camada mais superficial da pele) até à quantidade de pigmentos existentes na epiderme e derme.

 

As células epidérmicas e dérmicas fornecem um tom natural branco, amarelo ou marrom, de acordo com sua espessura e quantidade de pigmentos melânicos. Os vasos sanguíneos também contribuem com a coloração da pele de acordo com o seu número, estado de dilatação, sua proximidade com a superfície da pele e grau de oxigenação fornecendo um tom róseo ou roxo a azulado devido à hemoglobina e oxihemoglobina presentes nas hemácias. Os carotenóides amarelos presentes na hipoderme também contribuem para a formação da cor da pele, mas esta depende principalmente da quantidade de melanina sintetizada pelos melanócitos localizados na epiderme.

A pigmentação melânica da pele é geneticamente determinada, e é responsável pela maior ou menor tolerância de um indivíduo à exposição solar, a qual é cumulativa e tanto maior quanto maior a concentração melânica na pele. Sua classificação é comumente feita em fototipos de acordo com Fitzpatrick:


Fototipos

Descrição

Sensibilidade ao Sol

I - Branca

Queima com facilidade, nunca bronzeia

Muito sensível

II - Branca

Queima com facilidade, nunca bronzeia

Sensível

III - Morena Clara

Queima moderadamente, bronzeia moderadamente

Normal

IV - Morena Moderada

Queima pouco, bronzeia com facilidade

Normal

V - Morena Escura

Queima raramente, bronzeia bastante

Pouco sensível

VI - Negra

Nunca queima, totalmente pigmentada

Insensível

 

No Brasil a classificação de Fitzpatrick se torna aparentemente inadequada pela significativa miscigenação racial que nos permite observar peles visivelmente claras com alta capacidade de bronzeamento, assim como peles escuras com leucodermia gutata (pequeninas manchas brancas em áreas mais expostas ao sol) e até queimaduras solares.

Ainda não foi demonstrada nenhuma diferença no número de melanócitos dos diferentes grupos étnico-raciais, mas é comprovado que os melanócitos de indivíduos de peles mais escuras produzem maior quantidade de melanina e seus melanócitos freqüentemente apresentam respostas exageradas e lábeis às agressões cutâneas, logo, com mais riscos de desenvolver manchas escuras.

Portanto, um cuidado rigoroso com a proteção de toda a pele, com protetor solar, roupas adequadas, óculos escuros, chapéu e até uma sombrinha são essenciais para evitar manchas e a piora destas durante e após o tratamento dermatológico.

 

 
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